A Origem do Natal! PDF Imprimir E-mail
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O QUE ESSA DATA REPRESENTA? Para milhões de pessoas, o Natal significa um monte de coisas: presentes, família reunida, época de festa, mesa farta, papai noel, lucros financeiros, momento de reflexão, etc. Porém,

são poucas as pessoas que raramente pensam no que o Natal significa, ou porque o comemoram.

Quando pensam, geralmente o consideram como sendo a data do nascimento do Salvador “Yehoshua Hamashiach” (Jesus Cristo), uma boa ocasião para passar reunido com a família, e é claro um monte de presentes são distribuídos entre os que comemoram essa data natalina.

Mas, será que o Salvador Yehoshua (Jesus) realmente nasceu nesta data? Senão porque se comemora o dia 25 de dezembro como sendo a data do seu nascimento? Seria esta data inofensiva ou teria ela ligação com o paganismo?

Qual a origem da lenda do Papai Noel, da árvore de Natal e outros símbolos natalinos?

Inicialmente, gostaríamos de informá-lo que não será possível expor aqui tudo o que está relacionado com a comemoração do Natal em 25 de dezembro; contudo, procuraremos fazer de forma sintetizada algumas considerações sobre o assunto em pauta, a fim de que o prezado leitor possa por si mesmo pesquisar ainda mais o conteúdo deste modesto estudo, e conseqüentemente, tirar suas próprias conclusões.

TERIA O SALVADOR REALMENTE NASCIDO EM 25 DE DEZEMBRO?

A cristandade comemora o Natal na noite de 24 para 25 de dezembro. Os astrônomos, os historiadores e os teólogos concordam, entretanto, em que o dia 25 de dezembro do ano (0) não é a data autêntica do nascimento do Salvador Yehoshua HaMashiach (Jesus Cristo de origem grega), nem o ano, nem o dia e nem mesmo o mês – dezembro. 

Além dos historiadores e astrônomos, também coube aos meteorologistas darem uma opinião importante e segura sobre o assunto, a qual não podemos deixar passar despercebida. Segundo o evangelho de Lucas, lemos: “E deu à luz a seu filho primogênito, e envolveu-o em panos, e deitou-o numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem.

Ora havia naquela mesma comarca pastores que estavam no campo, e guardavam durante as vigílias da noite seu rebanho.” (Lc 2.7-8).No relato bíblico que acabamos de mencionar, vemos como se deu o nascimento do MESSIAS prometido (Mashiach em hebraico). E um dos fatos que nos chama atenção nesta narrativa, é o de haverem pastores juntamente com seus rebanhos no campo à noite. Os meteorologistas efetuaram medidas exatas das temperaturas em Hebron. Essa localidade, situada ao Sul das montanhas de Judá, tem o mesmo clima que a próxima Belém. Nessa região há três meses de geada, ou seja, a temperatura cai consideravelmente. Em dezembro a temperatura é de 2,8 graus, em janeiro de 1,6 graus e, fevereiro 0,1 grau centígrado abaixo de zero. Os dois primeiros meses, ou seja, dezembro e janeiro ocorrem às maiores chuvas do ano: 147 milímetros em dezembro e 197 milímetros em janeiro.

Na época do Natal há geada em Belém e, com a temperatura abaixo de zero, sem dúvida alguma, não há razão para os pastores estarem no campo com seus rebanhos numa época assim, debaixo de chuva e de muito frio. Essa constatação é reforçada por uma nota do talmude (livro sagrado dos judeus), segundo o qual naquela região os rebanhos eram levados para o campo em março e recolhidos no princípio de novembro. Assim sendo, e considerando esses e outros fatos bíblicos e históricos, concluímos comprovadamente que não se sabe com certeza o dia, o mês e ano em que nasceu o SALVADOR do mundo. Uma coisa é absolutamente certa, não foi em dezembro como milhões de pessoas infelizmente imaginam e comemoram.

QUAL A ORIGEM DO DIA 25 DE DEZEMBRO COMO DIA DE NATAL?

O dia 25 de dezembro, como dia de Natal, é mencionado pela primeira vez historicamente no calendário Philocalus, no ano 354 de nossa era. Para a escolha desse dia representou um papel  importante um velho dia de festa romano.

Na velha Roma, o dia 25 de dezembro era o “DIES NATALIS SOLIS INVICTUS” (dia do nascimento do sol invencível - Mitra) e, que pasme o leitor, o culto de Mitra (mitraísmo) era comemorado pelos romanos no dia 25 de dezembro, após o solstício do inverno em Roma, quando os dias recomeçavam a crescer, celebrava-se o renascimento do sol, o Natalis Solis, que quer dizer, o nascimento de Mitra, deus salvador, vencedor, invencível, que segundo a mitologia nasceu de um rochedo no dia 25 de dezembro.

Mas, não era só entre os romanos que essa data – 25 de dezembro era dedicada aos ídolos.

Por exemplo, entre os persas, egípcios, sírios, gregos, fenícios, hindus e obviamente entre os romanos, essa era a data escolhida para celebração de vários cultos pagãos.

Na Grécia, Dionísio – deus da vinha – e que era chamado “salvador (soter)”, segundo a crença corrente, nascera de uma virgem no dia 25 dezembro.

Também Adônis, outra divindade helênica, era celebrada nesse dia.

No Egito, uma das maiores divindades, certamente a mais popular – Osíris – nascera também nessa data 25 de dezembro.

Entre os celtas, os druidas comemoravam igualmente essa data como a festa do fogo “elemento purificador”.

E finalmente, em Roma, era o aniversário de Mitra, o deus solar persa (solis invictus) cujo culto e influência estenderam-se por todo império romano.

Como dissemos a princípio, a data 25 de dezembro, como dia de Natal, apareceu pela primeira vez no ano de 354 E. C., mas essa data não foi prontamente aceita, pois as igrejas do Egito celebravam-na no dia 20 de maio, as igrejas da Palestina passaram a celebrar no dia 6 de janeiro e em outras localidades no dia 25 ou ainda no dia 28 de março.

Porém, no ano 440 E. C., a data 25 de dezembro, foi fixada a oficializada por Roma, a fim de cristianizar grandes festas pagãs realizadas neste dia, principalmente, a festa mitraica (mitraísmo – religião persa que rivalizava com o cristianismo nos primeiros séculos) e, várias outras festividades decorrentes do solstício do inverno, como os salumalia em Roma e os cultos solares entre os celtas e os germânicos, e desde então, e até os nossos dias, essa data – 25 de dezembro – é aceita e comemorada indiscriminadamente por toda a cristandade, como sendo a data do nascimento do nosso Senhor e Salvador Yehoshua HaMashiach (Jesus Cristo), o que é um grande engano religioso e fruto da apostasia e do paganismo romano.

De fato, é inegável que a maior parte dos costumes natalinos tem origem pagã.

A propósito, diga-se de passagem, que próprio Papa João Paulo ll, reconheceu que a celebração do Natal não tem base na bíblia.

E sobre a data – 25 de dezembro – o Papa admitiu: “os pagãos, antigamente, celebravam o aniversário do “sol invicto” nesse dia, para que a data coincidisse com o solstício do inverno”.

Perceba o leitor que a inspiração que Roma teve para instituir e oficializar a data 25 de dezembro, como o nascimento do MESSIAS prometido, não foi nenhum mandamento bíblico de inspiração divina, muito pelo contrário, a inspiração veio através dos cultos pagãos, preferidamente, o culto de Mitra (nascido no dia 25 de dezembro) e que conforme já assinalamos, o mitraísmo era uma religião persa que rivalizava com o cristianismo nos primeiros séculos e que decisivamente influenciou a igreja romana na elaboração do “Natalis Domini”, o Natal do Senhor, o qual foi colocado no dia – 25 de dezembro – exatamente para substituir e vencer para sempre “o renascimento do invencível Mitra – Natalis Solis Invictus”.

E o que de fato ocorreu, foi apenas a troca de nomes: de Mitra para JESUS.

Outro fator que influenciou e que também contribuiu nesta e outras paganizações, foi a vinda dos conversos pagãos para o cristianismo (que em 380 E. C., já era considerado a religião oficial e exclusiva do Estado) onde a Igreja Romana procurou se adaptar a nova realidade, visando deixar a vontade estes novos convertidos pagãos.

É importante ressaltarmos aqui nesse contexto que, quando Constantino em 313 E. C., politicamente, optou pela cristianização do seu império, garantindo à igreja a liberdade de culto pelo Edito de Milão, não muito depois desta concessão religiosa, verificou-se também que a cristianização de vários cultos pagãos.

O domingo que era venerado como o “Dia do Sol” – Dies Solis, em 320 E. C. foi reconhecido como de feriado obrigatório e o principal dia de descanso e de culto cívico e religioso.Posteriormente, como já vimos o Natal, logo se tornou uma prática regular em meados do século IV, adotando-se para a sua celebração a data de – 25 de dezembro - anteriormente usada pelos adoradores de Mitra – o deus solar – o sol invencível (Solis Invictus).

Portanto, considerando todos os fatos aqui mencionados, aqueles que celebram o Natal estão na verdade celebrando uma festividade pagã de ordenança (tradição) da igreja romana (católica).

E o que é pior, comemoram justamente numa data envolvida em mitos e paganismo.

O NATAL E SEUS SÍMBOLOS:

Geralmente, quando se fala sobre o Natal , logo vem a mente a “árvore de Natal (pinheiro enfeitado)” e também a folclórica figura do “papai noel”, que na verdade acaba sendo a figura central do Natal.

Mas qual seria a origem desses símbolos natalinos?

No livro do Profeta Ezequiel 8.14 é mencionado o nome de um deus pagão chamado “Tamuz” que era adorado na fenícia principalmente na Babilônia, mas era também chamado na Fenícia com o nome de ”Adônis” e ainda no Egito com o nome de “Osíris” (como falamos anteriormente Adônis e Osíris eram divindades cujo nascimento se celebravam em 25 de dezembro).

Esse deus “Tamuz”, segundo a mitologia tinha uma árvore que era da sua preferência e que era justamente um “pinheiro enfeitado”. Seria tudo isso mera coincidência?

Na época do Natal muitas pessoas costumam pendurar no lado de fora da porta principal da casa, um enfeite semelhante a uma coroa de flores chamada de “azevinho” e, para quem não sabe isto era usado entre os celtas, mas com uma finalidade diferente, ou seja, era usado para manter os duendes controlados e calmos (duendes eram seres espirituais que habitavam dentro das casas).

Servia também para espantar o mal, ajuda: nas interpretações de sonhos e proteger a casa contra raios.

Há alguns anos atrás, uma apresentadora de programas infantis do nosso País, muito famosa, viajou para a Escandinávia onde filmou um especial de Natal que foi levado ao ar para milhões telespectadores.

Perguntaram por que ela escolheu a Escandinávia para fazer as filmagens, ela respondeu que era pelo fato de lá ser a terra do “papai noel”.  

Vamos descrever agora uma figura e vejamos se você acerta quem é, idoso, amistoso, gorducho, com longa barba branca, dirigia um trenó puxado por renas, sua cor preferida era vermelha, entrava nas casas pela chaminé e vivia na Escandinávia.

Perguntamos; quem é essa figura aqui mencionada? Se você respondeu “papai noel”, saiba que errou, pois acabamos de descrever o deus mitológico “Thor” que era adorado na Escandinávia pelos vikings.Realmente, podemos ver um paralelo muito grande entre: Thór e o papai noel do Natal e, mais uma vez perguntamos: Seria tudo isso mera coincidência, a forma de se locomover, a cor preferida, a forma de entrar nas casas e até mesmo o país de origem??? Não, não é mera coincidência, na verdade, o papai noel aplaudido hoje por milhões de pessoas nada mais é do que uma adoração disfarçada ao deus escandinavo “Thór”.

CONCLUSÃO – FUGINDO DA IDOLATRIA

Considerando todos os fatos aqui expostos, podemos satisfatoriamente concluir que o Natal e seus símbolos, na verdade, não é uma festa puramente religiosa e inofensiva como muitos por não conhecerem a sua origem, argumentam e a comemoram religiosamente.

Não existe nenhum registro bíblico ou histórico, que comprove seguramente que o SALVADOR do mundo realmente tivesse nascido em 25 de dezembro.

Conforme demonstramos, essa era a data escolhida para a celebração de vários cultos pagãos.E, de fato, muitas datas e costumes pagãos foram cristianizados, perpetuados e adotados cegamente por milhões de pessoas.

Portanto, a data 25 de dezembro, é sem dúvida alguma, um reflexo das mitologias das religiões pagãs, a qual, infelizmente, foi copiada pelo paganismo romano e que se impôs rapidamente na cristandade, onde ano a ano é comemorada indiscriminadamente pelos religiosos e não religiosos, quando, na verdade, não temos nenhum mandamento bíblico dado que possa justificar a sua comemoração.

E aos que insistem em celebrá-la em sentido simbólico (sendo o Senhor o Sol da Justiça), devemos lembrá-los que o Senhor Yehoshua HaMashiach nunca autorizou seus seguidores a mesclar adoração verdadeira, com os costumes pagãos, pelo contrário, somos ensinados pelos seus apóstolos a “fugirmos da idolatria”.

“Não vos prendais a um julgo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? E que concórdia há entre o Mashiach e o Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel?” (II Cor 6, 14-15).

“Portanto, meus amados, fugi da idolatria” (I Cor 10,14).

“Não vos façais, pois idólatras, como alguns deles, conforme está escrito: O povo assentou-se a comer e a beber, e levantou-se para folgar” (I Cor 10,7).

Como dissemos a princípio, todo o assunto aqui exposto não é tudo sobre a origem do Natal e seus símbolos, mas, julgamos ser o suficiente para você começar a se despertar, e, conseqüentemente,

“FUGIR DA IDOLATRIA”.“Pelo que saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; e não toqueis nada imundo, e eu vos recebereis” (II Cor 6,17).

“E ouvi outra voz do céu que dizia: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas” (Ap.18.4).

FUJA DA IDOLATRIA, LIBERTE-SE DO PAGANISMO E ACEITE A VERDADE

BIBLIOGRAFIA (OBRAS CONSULTADAS)·        

ENCICLOPÉDIA BARSA (ENCYCLOPAÉDIA BRITANNICA DO BRASIL)·         MITOLOGIA GREGA – JUNITO DE SOUZA BRANDÃO – VOL.II·         DICIONÁRIO DE SÍMBOLOS – JEAN CHEVALIER·         DICIONÁRIO DE NOMES, TERMOS E CONCEITOS HISTÓRICOS – ANTONIO CARLOS DO AMARAL AZEVEDO – EDITORA NOVA FRONTEIRA·         DICIONÁRIO DA BÍBLIA – JOHN DAVIS·         E A BÍBLIA TINHA RAZÃO – WERNER KELLER·         LIÇÕES DA HISTÓRIA QUE NÃO PODEMOS ESQUECER – ABRAÃO DE ALMEIDA·         O CRISTIANISMO ATRAVÉS DOS SÉCULOS – EARLE E. CAIRNS - EDITORA VIDA NOVA·         REVISTA DESPERTAII DE 22.11.93 ·         REVISTA SENTINELA DE 15.12.94 ·         REVISTA DESPERTAII DE 08.12.95

 

A ORIGEM DO NATAL(II).

Será o Natal realmente a celebração do nascimento de Jesus Cristo? Nasceu Jesus em 25 de dezembro? Será que os primeiros apóstolos que foram ensinados pessoalmente por Jesus, alguma vez celebraram o nascimento do “menino” Jesus? Será que eles o comemoravam no dia 25 de dezembro? Ou em qualquer outro dia? Se o Natal é uma das maiores festas da cristandade, por que será que os pagãos o celebram também? Você sabe? E os símbolos do natal, você conhece a origem deles? Do “Papai Noel”, da “Árvore”, das “Luzes”, das “Guirlandas”, da troca de “Presentes”? Vamos então aos fatos!

I – O SIGNIFICADO DE “NATAL”
A palavra “Natal” - tem a ver com nascimento, ou aniversário natalício, especialmente com o dia em que geralmente se comemora o nascimento de Jesus Cristo. Este vocábulo não aparece na Bíblia, e também não foi utilizado pelos primeiros apóstolos.

A “festa de Natal” não se inclui entre as festas bíblicas, e não foi instituída por Deus. Teve origem na Igreja Católica Romana a partir do século IV, e daí se expandiu ao protestantismo, e ao resto do mundo.

As Enciclopédias de um modo geral contêm informações sobre a origem sob os títulos “natal” e “dia de natal”. Consulte, por exemplo: a) Enciclopédia Católica, edição inglesa; b) Enciclopédia Britânica, edição de 1946; c) Enciclopédia Americana, edição 1944. É fato que o Natal não foi observado pelos primeiros cristãos, durante os primeiros duzentos ou trezentos anos desta era.

II - A DATA DO NASCIMENTO DE JESUS

Com certeza, Jesus não nasceu em 25 de dezembro! Pelo exame da Palavra de Deus sabemos que Jesus não nasceu em dezembro! Lucas 2:8 diz: "Ora, havia naquela mesma região pastores que estavam no campo, e guardavam os seus rebanhos, durante as vigílias da noite.

Dezembro é tempo de inverno. Costuma chover e nevar na região da Palestina ( Confira na Bíblia em Cantares de Salomão 2:11 - Esdras 10:9-13 ). Conseqüentemente, os pastores não poderiam permanecer ao ar livre nos campos durante as vigílias da noite.

Naquela região, as primeiras chuvas costumam chegar nos meses de outubro e novembro. Durante o inverno os pastores recolhem e guardam as ovelhas no aprisco...

Eles só permanecem guardando as ovelhas ao ar livre durante o verão! Com certeza, o nosso Senhor não nasceu em 25 de dezembro, quando nenhum rebanho estava no campo! A data exata do nascimento de Jesus é inteiramente desconhecida.

O mais plausível é que tenha sido no começo do outono - provavelmente em setembro, aproximadamente seis meses depois da Páscoa.

III - A ORIGEM DO 25 DE DEZEMBRO

Tem a ver com a festividade da brunária pagã (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17-24 de dezembro) celebrando o dia mais curto do ano e o “Novo Sol”…

Essas festividades pagãs eram acompanhadas de bebedices e orgias… Pregadores cristãos do ocidente e do oriente próximo, protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam os irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao Sol, por aceitarem como Cristã a festividade pagã.

Com a aprovação dada por Constantino para a guarda do domingo, dia em que os pagãos adoravam o Sol, e como a influência do maniqueísmo pagão que identificava o filho de Deus como o Sol físico, proporcionou a esses pagãos do século IV, agora “convertidos” em massa ao “cristianismo” o pretexto necessário para chamar a festa de 25 de dezembro (dia do nascimento do deus-Sol) de dia do nascimento do filho de Deus, assim foi que “o Natal” se enraizou no mundo ocidental!

O Natal é, portanto, a mesma velha festividade pagã de adoração ao Sol. A única coisa que mudou foi o nome.

IV - A ÁRVORE DE NATAL E OS PRESENTES

A origem da árvore de Natal vem da antiga Babilônia... Vem de Ninrode, neto de Cão, filho de Noé. Ninrode se afastou de Deus e enveredou-se pelo caminho da apostasia.

Segundo se sabe, Ninrode era tão perverso que se teria se casado com a própria mãe, cujo nome era Semíramis! Após a sua morte, sua mãe-esposa propagou a doutrina maligna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual.

Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida.

E, todo ano, no dia de seu aniversário de nascimento ela alegava que Ninrode visitava a árvore “sempre viva” e deixava presentes nela. Entre os druidas, o carvalho era sagrado, entre os egípicios as palmeiras, em Roma era o Abeto, que era decorado com cerejas negras durante a Saturnália (Walsh Curiosities of popular customs, pág. 242).

O deus escandinavo Odin era crido como um que dava presentes especiais na época de Natal a quem se aproximava do seu Abeto Sagrado. Esta é a verdadeira origem da “Árvore de Natal” e da prática de se dar “presentes”!

Jeremias 10:2-4 - Assim diz o Senhor: Não aprendais o caminho das nações, nem vos espanteis com os sinais do céu; porque deles se espantam as nações, pois os costumes dos povos são vaidade; corta-se do bosque um madeiro e se lavra com machado pelas mãos do artífice. Com prata e com ouro o enfeitam, com pregos e com martelos o firmam, para que não se mova.”

V - O “PAPAI” NOEL E A PRÁTICA DE SE DAR PRESENTES ÀS ESCONDIDAS

O velho “Noel” não é tão bondoso e santo quanto muitos pensam! O nome “Papai Noel” é uma corruptela do nome “São Nicolau”, um bispo romano que viveu no século V.

Na Enciclopédia Britânica, vol.19 páginas 648-649, 11ª edição inglesa, consta o seguinte: “São Nicolau, bispo de Mira, um santo venerado pelos gregos e latinos no dia 6 de dezembro…

A lenda de suas dádivas oferecidas as escondidas, de dotes, às três filhas de um cidadão empobrecido…” Daí teria surgido a prática de se dar presentes“as escondidas” no dia de São Nicolau (6 de dezembro).

Mais tarde essa data fundiu-se com o “Dia de Natal” (25 de dezembro), passando a se adotar também no natal essa prática de se dar presentes “às escondidas”, como o fazia o Saint Klaus (o velho Noel!). Daí surgiu a tradição de se colocar os presentes às escondidas junto às árvores de natal!

VI - A COROA DE AZEVINHO OU GUIRLANDA


Às vezes conhecida por “coroa de Natal” ou “Guirlanda” são memoriais de consagração.

Em grego é “stephano”, em latim “corona” - podem ser entendidas como:- enfeites, oferendas, ofertas para funerais, celebração memorial aos deuses, celebração memorial à vitalidade do mundo vegetal, celebração das vítimas que eram sacrificadas aos deuses pagãos, celebração nos esportes.

 Significam um “Adorno de Chamamento” e, conseqüentemente, são porta de entrada de deuses. Razão pela qual, em geral, se colocam as guirlandas nas portas, como sinal de boas vindas!

A maior parte dos deuses pagãos do Egito aparecem sempre com a “guirlanda” na cabeça! A Bíblia não faz qualquer menção de uso de “guirlanda” no nascimento de Jesus.

Só existe uma guirlanda na Bíblia, e esta foi feita por Roma para colocar na cabeça de Jesus no dia da sua morte. Esta guirlanda de espinhos é símbolo de escárnio!

VII - VELAS OU LUZES


O Uso de velas é um ritual pagão dedicado aos deuses ancestrais. A vela acendida está fazendo renascer o ritual dos solstícios, mantendo vivo o deus sol. Não tem nenhuma relação com o candelabro judaico (ou Menorah). Mais recentemente, em lugar das velas passou-se a adotar velas elétricas, velas à pilha, e, finalmente, as luzes - o sentido é o mesmo!

VIII – PRESÉPIO


O presépio é um altar a Baal, consagrado desde a antiga babilônia. É um estímulo à idolatria!

Os adereços encontrados no chamado presépio são simbologias utilizadas na festa do deus sol. O Presépio estimula a veneração das imagens e alimenta a idolatria…

Em Êxodo 20:1-6, lemos:-Então falou Deus todas estas palavras, dizendo: Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás diante delas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam e uso de misericórdia com milhares dos que me amam e guardam os meus mandamentos.”; em I Cor 10:14-15 está escrito: Portanto, meus amados, fugi da idolatria. Falo como a entendidos; julgai vós mesmos o que digo.”.

No Brasil a abertura da comemoração do Natal é feita com uma famosa “Missa do Galo”, a qual é celebrada sempre diante de um presépio, um "altar consagrado", cujas figuras estão relacionadas com a Babilônia, e não com a realidade do Evangelho.

CONCLUSÃO

Qual deve ser o nosso procedimento, agora que descobrimos a verdade quanto às origens pagãs inseridas nas comemorações do natal?

1
Nos libertarmos das simbologias e práticas associadas aos ídolos pagãos. e não vos associeis às obras infrutuosas das trevas, antes, porém, condenai-as;” - Efésios 5:11 - “Se de todo o vosso coração voltais para o Senhor, lançai do meio de vós os deuses estranhos e as astarotes, preparai o vosso coração para com o Senhor, e servi a ele só;” – I Samuel 7:3

2 -
Instruirmos nossos filhos e discípulos: conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.” João 8:32; “E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.” (Romanos 12:2): Jesus disse:Mas em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homem.(Mateus 15:9); Além disso, Jesus disse:E assim por causa da vossa tradição invalidastes a palavra de Deus. (Mateus 15:6).

3 -
Resistirmos ao espírito satânico do consumismo no Natal.

4 -
Não é errado desejar um feliz Ano Novo para alguém, porém agora que sabemos da origem pagã dos símbolos e práticas do natal, não se mostra adequado desejar tão somente: “Feliz Natal”, sobretudo ao não cristão! Seria mais conveniente se disséssemos algo mais ou menos assim: "Que o Senhor Jesus Cristo te abençoe nestes dias..."; ou "Desejo bênçãos abundantes do Senhor sobre a sua vida neste natal."; ou ainda: "Que Jesus Cristo encontre hospedagem no seu coração e possa nascer na sua vida neste natal".

Expurgadas das nossas vidas, e das nossas celebrações, os símbolos e práticas pagãs, penso que, a exemplo da chamada "semana santa" em que as Igrejas sempre souberam aproveitar bem para evangelizar, podemos e devemos aproveitar a semana natalina para realizar cultos evangelísticos genuinamente cristãos, e anunciar ao mundo o verdadeiro sentido do natal, que poderá até começar com a manjedoura, mas deverá incluir sempre a história da cruz!

Natal sem a cruz não é o verdadeiro natal de Jesus!

Não há mandamento ou instrução alguma na Bíblia para se celebrar o nascimento de Cristo! Somos orientados sim a lembrar da sua morte e ressurreição que nos proporcionou a Vida (I Cor. 11:24-26; Jo. 13:14-17).
Por:  Rev. Edemar Vitorino da Silva (*).
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